quarta-feira, 26 de setembro de 2018





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terça-feira, 25 de setembro de 2018

Avião com 141 pessoas a bordo faz pouso forçado em Campo Grande

A aeronave da empresa LAN Peru saiu de Lima e seguia para o Rio de Janeiro
Geisy Garnes e Liniker Ribeiro


Avião fez pouso forçado nesta tarde (Foto: Paulo Francis)

Vôo vindo de Lima, capital do Peru, fez um pouso de emergência na tarde desta terça-feira (25) no Aeroporto Internacional de Campo Grande. Segundo informações do Corpo de BoAvião com 141 pessoas a bordo faz pouso forçado em Campo Grande

A aeronave da empresa LAN Peru saiu de Lima e seguia para o Rio de Janeiro
Geisy Garnes e Liniker Ribeirombeiros, a aeronave da empresa Lan Peru tinha o Rio de Janeiro como destino, mas apresentou problemas mecânicos logo após a decolagem.

Segundo informações do piloto da aeronave ao tenente do Corpo de Bombeiros, Henrique Falcão, a aeronave decolou de Lima com 141 pessoas a bordo, contado a tripulação, com destino ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão.


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Ainda conforme o piloto, assim que deixou a capital do Peru, o gerador direito do avião falhou. Com receio de que o segundo gerador também parasse, ele solicitou o pouso de emergência em Campo Grande, que não fazia parte da rota.

Passageiros permaneceram dentro do voo (Foto: Liniker Ribeiro)
Passageiros permaneceram dentro do voo (Foto: Liniker Ribeiro)
A Avenida Duque de Caxias chegou a ser interditada pela polícia durante o pouso do avião e duas viaturas do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), duas do Corpo de Bombeiros e uma outra ambulância foram enviadas para pista, caso houvesse a necessidade de atendimento aos passageiros.

Ao Campo Grande News, o tenente explicou que apesar do risco, o pouso foi feito em segurança e não houve necessidade de intervenção das equipes de socorro. Os passageiros permanecem dentro da aeronave, ainda não há informações sobre quais procedimentos serão adotados pela empresa.

sábado, 15 de setembro de 2018

11 de ago de 2016 - Vídeo enviado por Flávio Fontoura
Vídeo em homenagem aos 117 Anos de Campo Grande, Mato

terça-feira, 4 de julho de 2017

Juiz mantém concurso, mas manda incluir sindicato em comissão

Inscrições terminam na próxima segunda-feira, dia 10

Policiais civis reunidos para início de operação em agosto do ano passado (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

O juiz José Eduardo Neder Meneghelli, da 4ª Vara de Fazenda Pública e de Registros Públicos - Campo Grande, negou o pedido do Sinpol-MS (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul) para anular o concurso para delegado da Polícia Civil.
O magistrado, no entanto, determinou que a entidade seja incluída na comissão organizadora para que possa acompanhar todas as outras fases do processo seletivo.
Para Meneghelli, “a manutenção do edital não prejudica terceiros, muito pelo contrário, preserva a expectativa dos candidatos que almejam concorrer ao certame”.
O juiz decidiu ainda que “diante da ausência de outro sindicato na circunscrição deste Estado que represente exclusivamente os delegados de polícia”, o Sinpol-MS passe a fazer parte da comissão organizadora “a contar da data desta decisão”.
Sobre a vitória parcial na Justiça, Max Dourado, o diretor jurídico do sindicato, disse que o objetivo era justamente garantir a lisura do processo seletivo. “Precisamos de mais efetivo, mas de pessoas capacitadas para a função e que foram aprovadas no concurso devido à sua competência e não por algum tipo de facilitação”, declarou.
O Sinpol-MS foi à Justiça para pedir a anulação do concurso no dia 9 de junho. O Governo do Estado respondeu alegando que só a Adepol (Associação dos Delegados de Polícia de Mato Grosso do Sul) poderia requerer a suspensão do concurso.
Concursos - Os dois editais lançados pelo Governo do Estado oferecem 210 vagas para delegado, investigador e escrivão da Polícia Civil.
O salário oferecido para delegado é de R$ 14.978,26, enquanto o vencimento para escrivão e investigador fica em R$ 3.888,26, mais abono de R$ 300.
As inscrições vão até o dia 10 de julho e são feitas pelo site http://www.fapems.org.br/.
Postado por: Giovana M. de Araújo

quinta-feira, 29 de junho de 2017



Felipe Orro sugere que a prefeitura de Campo Grande não terceirize o serviço de iluminação pública

Preocupado com o destino da verba da taxa de iluminação pública paga pelos consumidores de Campo Grande, o deputado estadual Felipe Orro, usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul para solicitar ao prefeito da Capital, Marcos Trad, que tire das mãos da empresas terceirizadas o trabalho de manutenção da rede elétrica.
Como o serviço é feito pelas empresas contratadas pelo município, não tem como o cidadão fiscalizar o destino da verba arredada. Outro ponto destacado por Orro é a economia, caso o poder público passa a fazer a manutenção da rede, gerando redução da taxa de iluminação.
“Tem famílias que não têm condições de pagar a conta de energia em dia. Se a taxa baixar, as pessoas terão mais condições de honrar o compromisso, R$ 20 faz muita diferença no orçamento de famílias com renda baixa”, defende o deputado.
O parlamentar ainda pediu rigor na fiscalização do valor arrecadado, já que, no ano passado, a cobrança pela iluminação pública rendeu um excedente de R$ 50 milhões aos cofres públicos. 

“O poder público paga um preço muito alto com a taxa de iluminação pública para empresas particulares, é muito dinheiro e deve ser bem fiscalizado”, aponta.

Postado por: Giovana M. de Araújo